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Conceitos I

Animação cognitiva: É a animação que tem por objectivos estimular a acção cerebral e mental através de jogos e actividades (Luís Jacob, 2006).

Animação comunitária: “É um âmbito da animação sociocultural que assenta a sua estratégia na promoção e apoio a organizações de base, empenhadas no desenvolvimento comunitário com a preocupação central de fortalecer o tecido social, mediante a participação individual e colectiva” (Lopes, 2006, p. 372).

Animação de idosos: É a maneira de actuar em todos os campos do desenvolvimento da qualidade de vida dos mais velhos, sendo um estímulo permanente da vida mental, física e afectiva da pessoa idosa, assim como da sua interacção com a comunidade (Luís Jacob, 2006).

Animação motora: É a animação que tem por objectivos estimular a motricidade, o movimento e a actividade física através de jogos e actividades. (Luís Jacob 2006).

Animação sociocultural: “É o conjunto de práticas desenvolvidas a partir do conhecimento de uma determinada realidade, que visa estimular os indivíduos, para a sua participação com vista a tornarem-se agentes do seu próprio desenvolvimento e das comunidades em que se inserem” (ANASC in Lopes, 2006, p. 149).

Animação socioeducativa: “Entendemos a animação socioeducativa como um trabalho específico, fora do contexto escolar institucional, contribuindo para o seu desenvolvimento bio-psico-social através de actividades em que seja feito o apelo à criatividade, afirmação pessoal e inserção na realidade próxima” (Lopes, 2006, p. 385).

Animador sociocultural: “É todo aquele que, sendo possuidor de uma formação adequada, é capaz de elaborar e/ou executar um plano de intervenção, numa comunidade, instituição ou organismo, utilizando técnicas culturais, sociais, educativas, desportivas, recreativas e lúdicas” (ANASC, 1999).

Apoio Social ou Sócio-Familiar: Designa o conjunto das intervenções sociais, de âmbito individual, familiar, sócio-profissional, local ou comunitário, que são correntemente enquadráveis no conceito de acção social, da qual é de certo modo sinónimo (Neves, p. 88).

Aposentação: Situação jurídica dos funcionários públicos, também designada jubilação e reforma, tratando-se, respectivamente, de professores universitários e de militares, quando cessam o serviço activo, com extinção da relação jurídica de emprego, e passam à qualidade de pensionistas (aposentados, jubilados ou reformados) (Neves, p. 89).

Assistência Social: Em sentido amplo. No sentido tradicional do termo, que se caracteriza pela sua abrangência, a assistência social integra um conjunto diversificado de acções de ajuda, directa ou indirecta, a pessoas isoladas, a famílias, a grupos sociais ou a comunidades inteiras, que por múltiplas razões sofrem de carências várias, de natureza económica e social, que não lhes permitem uma vida decente, com o nível mínimo adequado às exigências da dignidade humana. Em sentido restrito. Nesta perspectiva, a assistência social concretiza-se através de prestações pecuniárias (Neves, p. 99).

Assistencialista (Concepção): Concepção de direito à segurança social que tem como objecto a protecção das pessoas que se encontram em situação de carência ou necessidade, isto é, de insuficiência de recursos, em si ou conjugada com os encargos suportados (despesas familiares), para as pessoas poderem viver minimamente de acordo com os padrões reconhecidos em termos de dignidade humana, definidos a partir de certos critérios legais (Neves, p. 101).

Associação Mutualista: Nos termos do respectivo código (DL 72/90, de 3-3), as associações mutualistas são instituições particulares de solidariedade social com um número ilimitado de associados, capital indeterminado e duração indefinida que, essencialmente através de quotizações dos seus associados, praticam, no interesse destes e de suas famílias, fins de auxílio recíproco (Neves, p. 105).

Bem – estar social: Em termos gerais designa o conjunto de medidas e de situações que, por intervenção dos órgãos e serviços do Estado e ou dos corpos e instituições da sociedade, permitem assegurar aos cidadãos, às famílias e aos diferentes grupos sociais adequada acessibilidade aos bens, serviços e prestações susceptíveis de proporcionarem a satisfação das necessidades indispensáveis a uma vida digna, de acordo com as leis e as aspirações colectivas desenvolvidas na comunidade (Neves, p.118).

Centro de acolhimento temporário de emergência para idosos: “É a resposta social desenvolvida em equipamento, de preferência a partir de uma estrutura já existente, que consiste no acolhimento temporário a idosos em situação de emergência social, perspectivando-se, mediante a especificidade de cada situação, o encaminhamento do idoso ou para a família ou para outra resposta social de carácter permanente” (DEEP, 2004).

Centro de convívio: “É a resposta social, desenvolvida em equipamento de apoio a actividades sócio-recreativas e culturais, organizadas e dinamizadas pelos idosos de uma comunidade” (DEEP, 2004).

Centro de dia: “É a resposta social, desenvolvida em equipamento, que consiste na prestação de um conjunto de serviços que contribuem para a manutenção dos idosos no seu meio sócio-familiar” (DEEP, 2004).

Centro de noite: “É a resposta social, desenvolvida em equipamento, de preferência a partir de uma estrutura já existente, dirigida a idosos com autonomia que desenvolvam as suas actividades da vida diária no domicílio mas que durante a noite, por motivos de isolamento, necessitam de algum suporte de acompanhamento” (DEEP, 2004).

Comparticipação (Acção social):Valor pago pelos utilizadores de serviços e equipa­mentos de acção social, mediante determinada percentagem sobre o res­pectivo custo, em regra graduada ou modulada em função da composição e dos rendimentos dos agregados familiares, de modo que pode não ser exi­gido relativamente aos agregados com menores recursos e atingir a totali­dade do custo da utilização nos agregados de mais elevados rendimentos (LB, art. 39.0) (Neves, p.180)

Comunidade: “É uma aglomeração de pessoas relacionadas entre si, que contam com recursos físicos, de pessoas, de conhecimento, de vontade, de instituições, de tradições, etc.“ (Ware, 1986 in Lopes, 2006, p. 373).

Cuidados continuados integrados: “É o conjunto de intervenções sequenciais de saúde e ou de apoio social, decorrente de avaliação conjunta, centrado na recuperação global entendida como o processo terapêutico e de apoio social, activo e contínuo, que visa promover a autonomia, melhorando a funcionalidade da pessoa em situação de dependência, através da sua reabilitação, readaptação e reinserção familiar e social”, referido no artigo 3 da Lei 101/2006 da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.

Cuidados paliativos: São os apoios prestados à pessoa portadora de uma doença grave, evolutiva e terminal e cujos objectivos são de aliviar as dores físicas assim como os sintomas e de aliviar o sofrimento psicológico, social e espiritual (Luís Jacob, 2006).

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